Caminhos do coração: aprendizados sobre trabalho e participação coletiva no SUS.
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ESP-MG
Resumo
Este trabalho é um relato de experiência que aborda a vivência como servidora na Secretaria de Estado de Saúde, desempenhando o papel de referência técnica na gestão de duas políticas públicas distintas: a Política de Saúde Mental e a Política de Práticas Integrativas e Complementares. A experiência reflete sobre como as diferenças nas estruturas de gestão uma mais participativa e pactuada e outra mais fragilizada impactam diretamente a atuação do trabalhador, especialmente no que diz respeito às condições de trabalho, aos desafios enfrentados e à satisfação profissional. A análise busca compreender as repercussões dessas experiências a partir de uma perspectiva crítica, utilizando a Educação Popular em Saúde como referencial teórico. Essa abordagem possibilita um diálogo reflexivo com os sentimentos e desafios relatados ao longo do trabalho, oferecendo um olhar humanizado e transformador sobre a gestão pública
em saúde. O referencial da Educação Popular, com seu compromisso com a participação ativa, o empoderamento dos sujeitos e a valorização dos saberes populares, apresenta-se como uma ferramenta poderosa para provocar determinadas práticas de gestão e propor estratégias mais democráticas e inclusivas. Além disso, o relato reflete sobre a relevância de estruturas de gestão mais sólidas e participativas para o fortalecimento das políticas públicas e a promoção do bem-estar dos trabalhadores.
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