Perfil epidemiológico da violência autoprovocada, no município de Pirapora-MG, no período de 2013 a 2022.

dc.contributor.advisorCosta, Aline Bárbara Pereirapt
dc.contributor.advisorBarros, Fabiana Cristina Ribeiro dept
dc.contributor.authorChamone, Jane Aparecida Almeida
dc.date.accessioned2026-07-10T17:35:54Z
dc.date.issued2023
dc.descriptionMonografiapt
dc.description.abstractO presente estudo tem por objetivo avaliar o perfil epidemiológico da violência autoprovocada, no município de Pirapora-MG, no período de 2013 a 2022, segundo características das vítimas e local de ocorrência. Método: Trata-se de uma pesquisa descritiva, com dados das notificações de violência autoprovocada. Esses dados são gerados por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) e estão disponíveis no Portal de Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais, de onde foram extraídos por meio do tabulador Tabnet, cujo acesso é abertoe público. Foram realizadas análises descritivas para estudar a distribuição doscasos, segundo as variáveis sociodemográficas. Resultados: Foram 963 casos de todas as violências notificados no município de Pirapora-MG, no período de 2013 a 2022, com percepção de aumento em 2019 e redução em 2020 e 2021, aumentando novamente em 2022. 300 dos casos foramidentificados como violência autoprovocada, o que representa 31,1% das notificações. Quanto ao sexo, 70% foram do sexo feminino. Na faixa etária, a tendência foi predominância de pessoas com idade entre 20 e 29 anos (30%) e 30a 39 anos (25%). Verificou-se quanto à raça/cor uma frequência maior em pardos,representando 81% dos casos. Em relação à escolaridade, houve um alto númerode ignorado/branco, porém, o nível de instrução prevalente foi o ensino médio completo, representando 18,6% das notificações. Quanto à violência de repetição, correspondeu a 33% dos casos registrados. Em relação à orientação sexual, a maior frequência foi em heterossexuais, com 68,8% dos casos, e destaca-se a frequência de ignorados/branco (28%). A residência foi o local predominante de ocorrência, com92% dos casos identificados. Conclusão: Este estudo evidenciou o seguinte perfilda vítima que é mais afetada por violência autoprovocada: mulheres, na fase adulta, de raça/cor parda, com alta frequência de ocorrência de violência de repetição,heterossexuais, e que praticaram o atoem domicílio. Recomenda-se a qualificaçãodo preenchimento das fichas de notificação de violência interpessoal/autoprovocada por parte dos profissionais, ações educativas e preventivas e abordagem sobre a temática da violência autoprovocada no contexto familiar.
dc.identifier.urihttps://repositorio.institucional.esp.mg.gov.br/handle/id/510
dc.language.isopt
dc.publisherESP-MG
dc.subjectViolência autoprovocadapt
dc.subjectEpidemiologiapt
dc.subjectSINANpt
dc.titlePerfil epidemiológico da violência autoprovocada, no município de Pirapora-MG, no período de 2013 a 2022.
dc.typeThesis

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