A experiência de acolhimento da população indígena com foco nas etnias imigradas para Belo Horizonte entre 2020 e 2022.

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ESP-MG

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) do município de Belo Horizonte (BH) no seu processo de qualificação da atenção primária, tem desenvolvido ações sistematizadas buscando um alinhamento entre os diversos setores e serviços no intuito de facilitar o acesso e a excelência destes serviços a população belo horizontina, em especial às populações mais vulneráveis, com destaque para as populações indígenas. O atendimento às populações indígenas que residem em espaço urbano trazem desafios para as unidades de saúde em função suas características culturais e o seu jeito peculiar de cuidar da saúde, questionando assim, o modo comum e tradicional destas unidades de prestar seus serviços. É nesse contexto que se insere este trabalho, cujo objetivo é relatar a experiência de acolhimento da população indígena imigrada para BH entre 2020 e 2022. Buscamos apresentar as estratégias de acolhimento e de monitoramento da população indígena em espaço urbano na rede SUS-BH, durante a pandemia de COVID-19 e também as ações articuladas que potencializaram o cuidado e a assistência à saúde dessa população. Como resultado observamos os vários desafios que o atendimento à população indígena nos colocam como: as questões culturais e as questões de comunicação. O que exige ações articuladas e intersetoriais com diferentes setores para um eficaz atendimento à essa população.

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