Reflexões sobre o acesso aos serviços especializados a partir da Atenção Primária à Saúde: experiências de uma trabalhadora do SUS.
| dc.contributor.advisor | Maciel, Fernanda Jorge | pt |
| dc.contributor.author | Ribeiro, Michelly Esteves | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-27T16:44:40Z | |
| dc.date.issued | 2024 | |
| dc.description | Artigo Científico | pt |
| dc.description.abstract | Este trabalho se organiza em torno de duas experiências de trabalho que vivenciei no SUS. O contraponto entre as experiências - em Granado e depois em Alfazema - possibilitou algumas reflexões: o grau de autonomia das equipes que atuam na Atenção Primária a Saúde (APS) pode impactar no modo como o cuidado em saúde acontece no SUS? De que modo a maior descentralização das decisões e ações das equipes da APS podem influenciar na continuidade do cuidado em saúde? O que é possível fazer, no âmbito municipal, para ampliar a possibilidade das equipes da APS coordenarem o cuidado em saúde das pessoas que por elas são atendidas? Quais os desafios para garantir que a APS coordene o cuidado em saúde no SUS? Na tentativa de discutir essas questões, percorro a experiência de Dona Magnólia e a do seu filho Felipe. Busco ao longo do trabalho, dialogar entre o vivido (ilustrado por esses personagens fictícios), as reflexões e problematizações sobre essas experiências e os apontamentos da literatura no campo da Saúde Coletiva, em um jogo de idas e vindas. No trabalho não pretendo apresentar conclusões definitivas, mas sinalizar caminhos possíveis pela lente de um saber produzido na minha experiência como trabalhadora da APS (Bondía, 2002). Ao descrever o que viveram esses personagens, algumas pistas apontavam para a complexidade da questão. Não era apenas sobre quem controla a agenda da atenção especializada, havia outros elementos nessa cena, como: o grau de autonomia das equipes que atuam na APS para coordenar o cuidado; a necessidade de entender o que está envolvido nesse ato de coordenar o cuidado; o processo de descentralização das decisões e das ações pela gestão municipal às equipes da APS e seus impactos na continuidade do cuidado em saúde; a distribuição dos serviços no território e como o usuário concretamente chega a esses serviços; quem define e como são definidos os fluxos assistenciais; como é feito um agendamento e quais critérios são levados em conta; quem atua como regulador do acesso; o quanto o regulador do acesso conhece da história de vida e clínica do usuário, entre outras questões. Essa lista poderia ser ainda mais ampliada e aprofundada em outros estudos e discussões futuras. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.institucional.esp.mg.gov.br/handle/id/536 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.publisher | ESP-MG | |
| dc.subject | Regulação e Fiscalização em Saúde | pt |
| dc.subject | Qualidade | pt |
| dc.subject | Acesso e Avaliação da Assistência à Saúde | pt |
| dc.subject | Atenção Secundária à Saúde | pt |
| dc.subject | Atenção Primária à Saúde | pt |
| dc.title | Reflexões sobre o acesso aos serviços especializados a partir da Atenção Primária à Saúde: experiências de uma trabalhadora do SUS. | |
| dc.type | Thesis |